sábado, 28 de maio de 2011

Glossário

Ativo: Recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados do qual se esperam benefícios econômicos futuros para a entidade.

Ativo biológico: Animal ou planta vivos.

Ativo contingente: Ativo possível, que resulta de acontecimentos passados e cuja realização será confirmada apenas pela ocorrência, ou não, de um ou mais acontecimentos futuros incertos, não totalmente sob controle da entidade.

Balanço Patrimonial : Demonstração que apresenta a relação de ativos, passivos e patrimônio líquido de uma entidade em data específica.

Base fiscal: A mensuração, conforme lei fiscal aplicável, de ativo, passivo ou instrumento patrimonial.

Caixa: Dinheiro em caixa e depósitos à vista.

Depreciação: Alocação sistemática do valor depreciável de ativo durante a sua vida útil.

Fluxos de Caixa: Entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa.

Passivo: Obrigação presente da entidade, derivada de eventos já ocorridos, cuja liquidação se espera resulte em saída de recursos capazes de gerar benefícios econômicos.

domingo, 22 de maio de 2011

Opinião de Hugo Amano

http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/o-ifrs-e-as-pequenas-e-medias-empresas/29561/




Hugo Amano é gerente de auditoria da Crowe Horwath RCS, graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Mackenzie e pós-graduado na Universidade de Kobe (Japão)


Segundo Hugo Amano, a adoção das práticas internacionais de contabilidade para as PMEs, em princípio, aparentam trazer muito trabalho. Porém, por outro lado, os benefícios podem ser imensuráveis. Um dos benefícios para os pequenos e médios empreendimentos será a maior facilidade na obtenção de crédito e para atração de investimentos.


Segundo o relatório de Estatística do Cadastro Central de Empresas publicado pelo IBGE em 2007, 89% das empresas e outras organizações ativas tinham até nove pessoas empregadas, 9,3% de 10 a 49, 1,3% de 50 a 249 e 0,4% de 250 ou mais. Portanto, as pequenas e médias empresas representam quase a totalidade das companhias em atividade no Brasil.


O CPC para pequenas e médias será válido exatamente para essa grande fatia de companhias brasileiras, que hoje fazem a contabilidade apenas para fins fiscais - somente para apurar quanto será o imposto devido no final do exercício. Nessas empresas, a legislação tributária está sempre acima da legislação contábil. Mas a partir das novas normas isso passa a mudar.


Com este pronunciamento, todas elas estarão obrigadas a adaptar a sua contabilidade às regras internacionais, exigindo uma mudança de cultura e de postura com relação ao tratamento hoje dado às informações contábeis. Além disso, os contadores e as empresas de contabilidade também deverão estar mais bem preparados para colocar em prática as centenas de páginas do mais novo manual.


Hugo Amano afirma, também, que, para o empresário brasileiro, a contabilidade não tem a menor importância, ao contrário do investidor estrangeiro, pois, para ele, a contabilidade é assunto sagrado por demonstrar a transparência e rentabilidade da empresa, além de revelar a sua real credibilidade. Segundo ele, muitos negócios não são efetivados ou são após grandes dificuldades devido à falta de informações precisas sobre as atividades da empresa na contabilidade, o que, muitas vezes, acontece com as pequenas e médias empresas, por não terem demonstrações contábeis bem elaboradas.


Ou seja, Hugo Amano, ao mostrar que a maior parte de empresas do Brasil são de pequeno e médio porte, enfatiza a importância dos novos padrões serem adotados por essas empresas. Assim, as demonstrações serão entendidas ao redor do mundo e haverá mais investimentos no nosso país, podendo haver um aumento do fluxo de capitais para as empresas brasileiras, uma vez que estamos em grande evidência no cenário econômico mundial.

sábado, 21 de maio de 2011

Reportagem Zero Hora em 2010

Em reportagem publicada no Jornal Zero Hora em 2010, o presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro afirma que as novas regras deverão ser adotadas não só nas grandes empresas, mas também, nas demonstrações financeiras de médias e pequenas corporações.
A partir de 02 de agosto de 2010, iniciou-se um seminário, no Rio de Janeiro, para disseminação das informações sobre o IFRS para Pequenas e Médias Empresas. O Presidente do CFC diz que a ideia é formar multiplicadores para aplicação dessas normas internacionais nas empresas de pequeno e médio porte, de modo a facilitar os negócios no cenário externo.
"O que existia, até alguns anos atrás, é que muitas empresas brasileiras de pequeno e médio porte, com potencial de exportação, acabavam esbarrando, muitas vezes, no nível de comparabilidade da contabilidade. A análise das demonstrações, dos balanços, era feita de forma injusta, porque adotava os padrões dos países onde era feita a demanda, desconsiderando a forma como nós apresentávamos."
O Presidente do CFC esclarece que o processo de convergência aos padrões internacionais pelo Brasil às IFRS não descaracteriza a contabilidade brasileira, mas permite que ela seja comparada no mercado internacional de forma igualitária.
Com todas as colocações de Juarez Domingues Carneiro, podemos entender que, se o Brasil adotar as normas internacionais, qualquer de nossas empresas terão condições de ingressar no mercado exterior, com o mesmo nível de comparabilidade, inclusive as pequenas e médias empresas.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Vídeo - Sevilha Contabilidade

Achamos um vídeo no Youtube bastante interessante, produzido pela Sevilha Contabilidade.


O vídeo, que tem cerca de 7 minutos de duração, procura explicar um pouco do IFRS para os administradores e contadores das pequenas e médias empresas.